Aumento do teto MAC: o quê todo Gestor do SUS precisa saber

Erico Vasconcelos [A]
Diretor-Fundador da UniverSaúde

QUERO AUMENTAR MEU TETO MAC, MAS POR ONDE COMEÇO?
Esta é uma pergunta recorrente de Gestores municipais do Sistema Único de Saúde (SUS) por todo o Brasil. É comum a observação de que as transferências financeiras do Ministério da Saúde nem sempre custeiam a totalidade dos gastos realizados pelos serviços no âmbito da Atenção Especializada e Hospitalar, gerando demandas que atentam contra a sustentabilidade organizacional e financeira da Rede de Atenção à Saúde dos municípios.

MAS O QUÊ FAZER PARA MUDAR ESTE CENÁRIO?
Nesta oportunidade, conversaremos pontualmente sobre o teto MAC, ouvindo os gestores, os contextos envolvendo as dificuldades que enfrentam atualmente e as saídas para a melhoria das situações por eles demandadas – a luz do momento atual marcado pela pandemia do novo Coronavírus.

PRINCIPAIS PONTOS
PONTO 1: AUMENTO TETO MAC X GOVERNABILIDADE:
-agenda colegiada
-tramitação burocrática
-demanda protagonismo gestor [!]

PONTO 2: ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL [conhecimento da capacidade instalada e das premissas para a operação]:
-leitura gestora é frágil [gestão da informação]
-ausência de uma agenda gestora
-Central de vagas X Regulação: como regulamos acesso à Atenção Especializada?
-porta de entrada SUS: Atenção Básica X Atenção Hospitalar

PONTO 3: O QUÊ EU FAÇO COM O QUE EU TENHO?
-estudos sobre a última PPI/leitura, controle e avaliação dos Contratos
-revisão das transferências financeiras ainda funciona pela lógica da reclamação
-produção contratualizada X produção sem contratualização = trânsito inadvertido de pacientes aumenta custeio do transporte sanitário!
-“fraturas” no senso gestor de responsabilidade sanitária/conflitos

PONTO 4: ESTRUTURA DE FATURAMENTO E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO:
-quem é a minha Equipe?
-quais são os sistemas de informação que o faturamento tem que trabalhar?
-o quê a série histórica atual diz? qual sua relação com o teto MAC?
-quais os principais problemas atualmente? [gestão X SCNES X RH da Secretaria de Saúde]
-“Não combinam com os Russos”: processo acontece sem definição das regras de negócio
-falta gestão da informação: não tem leitura analítica, não tem feedback, tomada de decisão frágil

PONTO 5: VIGILÂNCIA GESTORA DO SUS [olhar pro teto MAC significa olhar pro funcionamento da Rede!]
-quais fortalezas temos observado?
-que fragilidades estão presentes?
-quais desafios precisamos planificar para superar?

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Em 30 dias a equipe da UniverSaúde mergulhará na sua realidade a fim de identificar pontos de atenção, melhoria e/ou correção com recomendações que vão transformar o SUS da sua cidade! Quer saber mais?

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A UNIVERSAÚDE
Desde 2016, a UniverSaúde, como uma startup GovTech que em seu propósito se propõe cuidar de quem cuida para transformar o jeito de fazer Saúde no Brasil, ajuda pessoas e organizações a conquistarem mais Saúde integrando gestão, educação e tecnologias. Uma de suas principais ações é racionalizar os custos para melhorar a qualidade dos gastos das Secretarias Municipais de Saúde.

Somos um time de mais de 20 gestores e profissionais de saúde com experiências e conhecimentos acumulados em mais de duas décadas de serviço tendo atuado em mais de 50 municípios por todo o Brasil até o momento.

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