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O problema do SUS é "só" o subfinanciamento?

Uma análise da UniverSaúde sobre a superação da lógica simplista que invoca a necessidade de mais dinheiro para a solução dos problemas da Saúde Pública no Brasil


Erico Vasconcelos [A]



Introdução

A implementação de políticas de saúde que assumam como objetivo a consecução dos princípios de universalidade, integralidade e equidade do Sistema Único de Saúde (SUS) é uma tarefa gigantesca, com desafios renovados a cada dia. Desde a sua criação, em 1988, o SUS carrega consigo uma promessa civilizatória: garantir saúde como direito de todos e dever do Estado. Passadas mais de três décadas, o debate sobre as mazelas da saúde pública brasileira continua sendo monopolizado por uma narrativa central e, em grande medida, simplista: a do subfinanciamento crônico. Embora o subfinanciamento seja um fato historicamente posto e amplamente documentado, reduzir a totalidade dos problemas do SUS a essa única dimensão é um equívoco que impede a construção de soluções estruturais e sustentáveis.

 

A UniverSaúde, por meio de sua equipe com mais de duas décadas de experiência atuando no SUS e na iniciativa privada, compreende profundamente a complexidade do desafio que se impõe aos gestores municipais. Assumir uma Secretaria de Saúde significa, muitas vezes, ter que equilibrar as pressões legítimas da agenda política por respostas de curto prazo com a necessidade imperiosa de solucionar problemas estruturais de altíssima complexidade. Nesse cenário desafiador, o dia a dia frequentemente se transforma em uma corrida contra o tempo, dificultando a construção de uma agenda estratégica que permita exercer a governança, a liderança e o gerenciamento de processos internos fundamentais para conduzir a organização rumo à eficiência e à sustentabilidade financeira.

 

Diante da sobrecarga orgânica e sistemática que recai sobre as Secretarias Municipais de Saúde, é natural que a saída mais imediata para justificar os gargalos do sistema seja a escassez de recursos financeiros. A narrativa de que "tudo se resolve com o aporte de mais dinheiro para a Saúde Pública" tem sido uma resposta frequente para lidar com as pressões assistenciais. No entanto, para apoiar os gestores na superação desses desafios diários e na construção de um legado de valor, este artigo propõe uma reflexão crítica e construtiva sobre essa premissa, sustentada por evidências atuais da literatura, da mídia e de organismos nacionais e internacionais.


O Financiamento em Perspectiva: O Paradoxo Brasileiro

Não se pode negar que o Brasil investe menos em saúde pública do que o necessário para sustentar um sistema universal. Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), publicados em 2025 com base no ano de 2022, o Brasil gasta cerca de USD 1.700 per capita em saúde (ajustado por paridade de poder de compra), valor que representa menos de um terço da média dos países da OCDE, que é de USD 5.300. Para efeito de comparação, os Estados Unidos gastam USD 12.740 per capita, a Suíça USD 8.910 e a Alemanha USD 8.540, ou seja, pelo menos cinco vezes mais que o Brasil [1].

 

No entanto, o problema não reside apenas no montante global. O Brasil destina 9,4% do seu Produto Interno Bruto (PIB) para a saúde, um índice surpreendente e ligeiramente superior à média da OCDE (9,2%) e superior ao de vários países latino-americanos membros da organização, como México (5,7%), Costa Rica (7,2%) e Colômbia (7,6%) [1]. O grande gargalo está na participação do Estado no financiamento: enquanto nos países da OCDE cerca de 75% dos gastos em saúde provêm de fontes governamentais ou de seguros compulsórios, no Brasil esse índice é de apenas 45%, o mais baixo entre todos os países da OCDE e seus pares latino-americanos [1]. Isso significa que a maior parte do gasto com saúde no Brasil sai diretamente do bolso das famílias ou por meio de planos de saúde voluntários, que representam 27% do gasto total, contra apenas 5% na média da OCDE.

 

Indicador

Brasil

Média OCDE

Observação

Gasto total em saúde (% do PIB)

9,4%

9,2%

Brasil próximo da média

Gasto per capita (USD PPP)

1.700

5.300

Brasil gasta menos de 1/3

Participação pública no gasto

45%

75%

Brasil muito abaixo

Planos de saúde voluntários (% do gasto)

27%

5%

Brasil 5x acima

Esses dados revelam um paradoxo brutal: o Brasil gasta, proporcionalmente ao seu PIB, quase o mesmo que países desenvolvidos em saúde, mas a fatia pública é dramaticamente menor. Isso implica que o problema do SUS não é apenas de quanto se gasta, mas de como e por quem se gasta. A questão do subfinanciamento público é real, mas ela coexiste com uma questão igualmente grave: a ineficiência na alocação e na utilização dos recursos disponíveis.

 

A Ineficiência Estrutural: Evidências que não podem ser ignoradas

Injetar mais recursos em um sistema com falhas estruturais de gestão equivale a colocar água em um balde furado. Um estudo conduzido por economistas do Banco Mundial apontou que cerca de 30% da verba federal destinada ao SUS é mal utilizada, o que representava, apenas em 2017, um desperdício estimado em R$ 35,8 bilhões devido a ineficiências diversas [2]. A rede de serviços ambulatoriais e hospitalares do SUS, segundo o mesmo estudo, opera com elevada capacidade ociosa e baixas taxas de utilização, configurando um cenário de ineficiência alocativa crônica. A projeção é alarmante: mantidos os padrões de crescimento nominal dos gastos, a conta do SUS poderá ultrapassar R$ 700 bilhões até 2030, sem que isso se traduza necessariamente em melhores resultados de saúde para a população [2].

 

O Tribunal de Contas da União (TCU), em ciclos recentes de auditoria sobre a eficiência hospitalar do SUS, demonstrou que a eficiência média dos hospitais do sistema variou entre 32% e 50% no período de 2019 a 2024, mantendo-se estável e sem melhorias significativas ao longo de cinco anos. A auditoria também apontou que hospitais de grande porte apresentaram desempenho superior aos de pequeno porte, evidenciando que a fragmentação da rede hospitalar em unidades de baixa escala contribui para a ineficiência sistêmica [3]. Paralelamente, a Câmara dos Deputados alertou, em 2026, que a redução do efetivo de auditores do SUS ameaça a fiscalização das verbas, criando um ambiente propício ao desperdício e à má gestão [4].

 

Indicador de Eficiência no SUS

Dados / Estimativas

Fonte

Gasto ineficiente da verba federal

30% do total

Banco Mundial (2017) [2]

Desperdício financeiro anual estimado

R$ 35,8 bilhões

Banco Mundial (2017) [2]

Eficiência hospitalar média (2019-2024)

32% a 50%

TCU (2025) [3]

Projeção de gastos do SUS até 2030

Mais de R$ 700 bilhões

Banco Mundial [2]

Esses números demonstram que o debate sobre o SUS não pode se limitar à reivindicação de mais recursos. Há um imperativo de gestão que precede e condiciona a eficácia de qualquer aporte financeiro adicional.

 

A Demanda Induzida e o "Projeto Solto"

Sabemos bem que a premissa de que falta apenas dinheiro não é verdade. Há sim, está historicamente posto, muita pressão assistencial por consultas, exames, remédios e procedimentos. É ainda verdade que há uma relação direta de proporcionalidade entre as entregas que os governos produzem nesse sentido e os ganhos políticos que conquistam na medida em que atendem essas necessidades. A grande questão é que isso exige dos gestores uma agenda para gerir essa dinâmica, pois sabemos que em muitos contextos a demanda é, infelizmente, produzida propositadamente pelos próprios atores que estão na linha de frente, supostamente entregando "saúde" às pessoas.

 

Esse fenômeno, conhecido na literatura econômica da saúde como "demanda induzida pela oferta", ocorre quando profissionais e serviços de saúde, consciente ou inconscientemente, ampliam a utilização de procedimentos além do que seria clinicamente necessário. Quando a gestão "deixa seu projeto correr solto", sem monitoramento, sem avaliação e sem direcionamento estratégico, ela se afasta da necessária governança que esse cenário exige. Este é o problema real.

 

Um exemplo emblemático dessa dinâmica pode ser observado na questão da vacinação. Segundo reportagem da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fiocruz, gestores municipais, pressionados por órgãos de controle para evitar o desperdício de doses de vacinas em frascos multidoses, acabam restringindo dias e horários de vacinação, criando barreiras de acesso à população [5]. Essa "eficiência contábil" gera uma ineficiência sanitária brutal: mães trabalhadoras não conseguem vacinar seus filhos, a cobertura vacinal despenca e o custo futuro com o tratamento de doenças preveníveis se multiplica. Como alertou a ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Carla Domingues: "Se eu crio dificuldade, provavelmente essa mãe não vai voltar, seja porque o patrão não vai liberá-la outro dia, seja porque ela está no mercado informal e um dia levando a criança para tomar vacina significa um dia sem levar o sustento para dentro de casa" [5].

 

A Fragmentação da Gestão e a Precarização do Trabalho

A gestão do trabalho em saúde é outro ponto crítico que não se resolve com mais dinheiro. A terceirização desenfreada e a proliferação de Organizações Sociais de Saúde (OSS) como gestoras de equipamentos públicos criaram, na prática, "vários SUS" dentro do mesmo território. No município de São Paulo, por exemplo, 76,1% dos trabalhadores da saúde são contratados por OSS, percentual que chega a 95,6% na Atenção Primária à Saúde e 76,1% na Atenção Especializada [6]. A existência de onze OSS distintas gerenciando diferentes áreas da cidade, sem uma regulação estatal robusta, leva a disparidades significativas na qualidade e no escopo dos serviços oferecidos.

 

Pesquisa publicada nos Estudos Avançados da USP demonstrou que indicadores de processo e resultados variavam significativamente entre as diferentes OSS. Como exemplo, o percentual de unidades básicas de saúde que realizavam a inserção de DIU variava de 0% em uma OSS de perfil religioso até 88% em outra gerenciada por uma fundação universitária [6]. Essa fragmentação não apenas compromete a integralidade do cuidado, mas também precariza as relações trabalhistas, com a multiplicação de vínculos desprotegidos, a piora das condições salariais e o enfraquecimento da capacidade de mobilização dos trabalhadores. Para a socióloga Graça Druck, esse fenômeno indica a "renúncia do Estado à sua responsabilidade social" e escancara a promiscuidade das relações entre o público e o privado [6].

 

Uma organização que não escuta, não respeita, não reconhece e não valoriza seus trabalhadores jamais alcançará a eficiência e a sustentabilidade. A construção de um SUS efetivo passa necessariamente pela valorização de quem está na ponta do cuidado.

 

O Perfil do Gestor e a Necessidade de Educação Permanente em serviço

O desafio da gestão passa invariavelmente por quem ocupa as cadeiras de decisão. Uma pesquisa de abrangência nacional realizada pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que ouviu quase 4.000 secretários municipais de saúde (70% do total do país), revelou dados que corroboram a análise da UniverSaúde. Dentre os principais desafios apontados pelos próprios gestores, a qualificação das equipes gestoras municipais foi citada por 66% dos respondentes, superando a ampliação dos recursos financeiros, mencionada por 46% [7]. Outros desafios relevantes incluem a implementação de políticas de educação e gestão do trabalho (53%) e o uso de indicadores de saúde na construção dos instrumentos de planejamento (41%).

 

Desafio apontado pelos secretários municipais

Percentual

Qualificação das equipes gestoras municipais

66%

Fortalecimento das Comissões Intergestores Regionais

56%

Implementação de políticas de educação e gestão do trabalho

53%

Ampliação dos recursos financeiros

46%

Uso de indicadores de saúde no planejamento

41%

Esses dados são reveladores: os próprios gestores reconhecem que a falta de capacitação técnica é um problema maior do que a falta de dinheiro. O perfil médio do secretário municipal de saúde no Brasil, segundo a pesquisa, é de uma mulher branca, com aproximadamente 50 anos, pós-graduada e com formação em enfermagem [7]. Embora o perfil acadêmico seja razoável, a chegada ao cargo por indicação político-partidária, sem experiência prévia em gestão de sistemas complexos, compromete a capacidade de resposta às demandas que se apresentam de forma sistemática e orgânica.

 

Superar a Falsa Dicotomia: Financiamento e Gestão são complementares

O livro SUS: avaliação da eficiência do gasto público em saúde, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), oferece uma contribuição fundamental para esse debate. A obra argumenta que os problemas do SUS resultam de uma falsa dicotomia entre financiamento e gestão, sendo plausível admitir que boa parte dos problemas de gestão tenha decorrido justamente em razão de um quadro de restrição orçamentária [8]. Contudo, os autores são enfáticos:

 

"Identificar e quantificar as supostas ineficiências na gestão do SUS é fundamental, contudo, a simples subtração de recursos não vai automaticamente incrementar a eficiência." [8]

 

Essa perspectiva é essencial para superar o maniqueísmo que domina o debate. Não se trata de escolher entre mais dinheiro ou melhor gestão; trata-se de reconhecer que ambos são necessários e complementares. Porém, a ordem dos fatores importa: sem uma gestão qualificada, mais recursos serão absorvidos pelas mesmas ineficiências que já consomem parcela significativa do orçamento atual. A eficiência não é um fim em si mesma, mas um meio para garantir que cada real investido se traduza em mais saúde, mais longevidade e mais qualidade de vida para a população.

 

Por uma Gestão que Escuta, Respeita e Transforma

O subfinanciamento do SUS é um fato inegável, especialmente quando comparamos o gasto público per capita brasileiro com o de países que também operam sistemas universais de saúde. Contudo, o problema real e mais urgente é a ausência de uma governança qualificada que seja capaz de traduzir os recursos disponíveis em resultados efetivos de saúde. A solução não passa apenas por injetar mais recursos em um sistema que opera com eficiência hospitalar entre 32% e 50% e que desperdiça cerca de 30% da verba federal.

 

A perspectiva que a UniverSaúde defende é a do trabalho gestor comprometido com a maior longevidade do povo aliada à maior qualidade de vida, pautada pelas necessidades sentidas da população e pelas melhores evidências epidemiológicas e científicas que mostram os modos como o povo nasce, vive, adoece e morre. Isso exige a construção de uma organização que escuta, respeita, reconhece e valoriza seus trabalhadores e que aloca seus recursos financeiros de forma cada vez mais estudiosa e responsável, em busca da eficiência e da sustentabilidade.

 

Superar a lógica simplista do "mais dinheiro" não significa negar a necessidade de mais investimento público em saúde. Significa reconhecer que, sem governança, liderança e gerenciamento de processos, nenhum volume de recursos será suficiente para atender às demandas crescentes de uma população que envelhece, que adoece de formas cada vez mais complexas e que merece um sistema de saúde à altura da promessa constitucional de 1988. O verdadeiro desafio é político, técnico e ético: construir uma gestão do SUS que não "jogue para a torcida", mas que enfrente, com coragem e competência, a complexidade que o cuidado com a saúde do povo brasileiro exige.

 

Referências

[1]: OECD. Putting Brazilian health spending data into an international context. In: Institutionalising Health Accounts in Brazil. Paris: OECD Publishing, 2025. Disponível em: https://www.oecd.org/en/publications/institutionalising-health-accounts-in-brazil_b6d405f9-en/full-report/putting-brazilian-health-spending-data-into-an-international-context_443a3911.html

 

[2]: ARAUJO, E. et al. Propostas de Reformas do SUS. Banco Mundial, 2018; AMB. Estudo do Banco Mundial aponta que SUS tem 30% de gasto ineficiente. Disponível em: https://amb.org.br/estudo-do-banco-mundial-aponta-que-sus-tem-30-de-gasto-ineficiente/

 

[3]: TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (TCU). Eficiência de hospitais do SUS se manteve estável entre 2019 e 2024. Brasília: TCU, 2025. Disponível em: https://portal.tcu.gov.br/imprensa/noticias/eficiencia-de-hospitais-do-sus-se-manteve-estavel-entre-2019-e-2024

 

[4]: CÂMARA DOS DEPUTADOS. Redução de auditores ameaça verbas do SUS, alertam TCU e governo. Brasília, 2026. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/1266748-reducao-de-auditores-ameaca-verbas-do-sus-alertam-tcu-e-governo/

 

[5]: ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO (EPSJV/Fiocruz). Desafios da gestão do SUS nas cidades. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2024. Disponível em: https://www.epsjv.fiocruz.br/noticias/reportagem/desafios-da-gestao-do-sus-nas-cidades

 

[6]: AKERMAN, M. et al. Desafios na gestão municipal do Sistema Único de Saúde no município de São Paulo. Estudos Avançados, v. 38, n. 111, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/JZ5gRxYjV9q9SfJJCLwB57r/

 

[7]: CONASEMS / UFPB. Pesquisa com os Gestores(as) Municipais de Saúde. Brasília: CONASEMS, 2018. Disponível em: https://www.cosemsce.org.br/pesquisa-70-dos-secretarios-municipais-de-saude-do-pais-apontam-desafios-da-gestao/

 

[8]: OCKÉ-REIS, C. O.; MARINHO, A.; FUNCIA, F. R. (Orgs.). SUS: avaliação da eficiência do gasto público em saúde. Brasília: IPEA / CONASS / OPAS, 2024. Disponível em: https://ideiasus.fiocruz.br/postagem/sus-avaliacao-da-eficiencia-do-gasto-publico-em-saude/


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[A] Erico Vasconcelos é cirurgião-dentista, estomatologista, especialista em Terapia Comunitária, em liderança e desenvolvimento gerencial de organizações de saúde e com MBA em gestão de pessoas. Há 27 anos atua na gestão da Atenção Básica, do SUS, na Segurança e Qualidade e na Gestão Estratégica de Pessoas de organizações de saúde. Foi gestor de diversas organizações privadas e municípios. Atuou no Ministério da Saúde entre 2013 e 2016 no Departamento de Atenção Básica elaborando políticas e desenvolvendo ações de apoio e educação. Desde 2005 atua na formação em serviço de gestores e profissionais de saúde pelo Brasil afora. Trabalhou como Tutor e Coordenador de Cursos na EaD da ENSP, UnASUS-UNIFESP e na UFF. Foi Professor de Saúde Coletiva da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e em outros cursos de várias Universidades. Fundou a UniverSaúde em 2016, uma empresa que ajuda gestores a reduzirem custos e a captarem novos recursos com resultados rápidos, fortalecendo a governança e promovendo a sustentabilidade financeira e organizacional da SaúdeAtualmente trabalha como Tutor do HCor em iniciativas do PROADI-SUS/Ministério da Saúde.

 
 
 

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